Veja por onde anda o Serial Killer de Goiânia, condenado a 600 anos de prisão

Você com certeza conhece ou já ouviu falar de Thiago Henrique Gomes da Rocha, o Serial Killer de Goiânia, que matou várias mulheres inocentes.

O serial killer Tiago Henrique Gomes da Rocha, acusado de 29 homicídios foi transferido sob sigilo do Núcleo de Custódia, em Aparecida de Goiânia para a cadeia de Nova Crixás. No entanto, sua mudança de centro de detenção gerou preocupação ente os policiais penais sobre a mudança para o interior, os quais logo comunicaram o presidente do sindicato da categoria, Maxsuel Miranda.

Contudo, a segurança da cela e do pavilhão onde Tiago está agora foi reforçada pela possibilidade de fuga e também pelo temor de ser morto por detentos do local. Segundo a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), essa transferência não gerou superlotação, uma vez que ele era um dos 1133 que foram transferidos no sábado (5).

Entretanto Maxsuel afirma que a transferência foi planejada há mais de um ano para que seja possível realizar uma reforma no Núcleo de Custódia. Porém o diretor-geral de Administração Penitenciária, Agnaldo Augusto, explicou que a estrutura do presídio é muito antiga e exige mudanças para garantir a segurança dos servidores e atender aos presos.



Homicídios em série


Por outro lado Tiago trabalhava como vigilante, e ficou conhecido como o serial killer de Goiás. Ele foi apontado como o responsável de mais de 20 assassinatos, sendo a maioria mulheres..

Desde que foi preso, segundo levantamento do Tribunal de Justiça de Goiás. Tiago enfrentou 40 julgamentos por homicídios e foi absolvido em três processos. Todas as penas somam mais de 600 anos de prisão.


Nota da DGAP


Confira o comunicado oficial à imprensa da DGAP, a 1ª Coordenação Regional Prisional informa que as transferências são realizadas de forma estratégica. Com o objetivo de manter a ordem e a disciplina dos ambientes prisionais, sem qualquer intercorrência.

Deste modo, as movimentações de presos em Goiás são realizadas com base na Lei 19.962/2018 no artigo 1º inciso III. “Autonomia e independência do órgão estadual de administração penitenciária para gestão de vagas, implantação e movimentação dos encarcerados”.


No entanto, a 2ª Coordenação Regional Prisional salienta que o Tiago está isolado dos demais presos, em cela com segurança reforçada e individual. A segurança do local também foi reforçada.

Toda a operação Kaisen foi realizada por ação conjunta das forças de segurança pública. Não houve qualquer alteração, com informações precisas das inteligências policias e coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) e DGAP.


Retorno


Tiago foi transferido no último sábado (5) para Nova Crixás durante a Operação Kasen. No entanto o presidente Maxsuel recusou o preso por preocupação gerada aos policiais penais. Especialmente por ser um preso de mau comportamento e alta periculosidade.

Sendo assim, foi instaurado um procedimento de apuração administrativa para o certame e responsabilização de todos os envolvidos. Visto que houve a publicidade dos dados e colocou em risco a ordem, segurança e disciplina na Unidade Prisional de Nova Crixás.

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